{Sagrado Santuário} Capitulo 6


Ao sentir os pequenos e fracos raios de sol invadirem a pequena frste que a minha tenda permitia, perdí o sono sendo obrigado a levantar. Estava cansado, tinha que bolar um plano para destruir os Redentores, mas não sabia como pensar e tal efeito. Seria muito dificil fazer algo assim tendo o Redentor Zhoumi no comando. Pelo menos era isso que eu pensava. 

E para poder entrar no Sangrado Santuário, teria que ter um tipo de exército, e tudo o que tenho no momento são 8 pessoas. Aquilo não daria certo. Mas poderia ser o tempo perfeito. Com amorte do Padre, os Redentores Zhoumi e Hankyung, provavelmente, estariam em uma guerra para mandar no Sagrado Santuário, não me importa quem ficará no camando, mas sim o plano que ambos têm. Um quer dominar o mundo, o que parece ser uma piada, e o outro, é um mistério. 

Nunca cheguei a conversar com o Redentor Hankyung, o Redentor Zhoumi nunca me deixara, nem mesmo, respirar o mesmo ar que ele. Mas segundo Shindong, ele era o tipo de homem que sempre têm uma carta na manga,não importa qual a situação ele pode sair, sem se importa com outras pessoas. 

Tinha que parar de pensar neles, eu estava do lado de fora, estava sendo caçado e estou com o coração triste por não ter aquele meu amigo ao meu lado para me confortar. Siim aquele amigo, aquela criança que eu conheçi quando tinha 12 anos de idade, haa queria me lebrar de seu rosto e de sua voz. Quando toda essa guerra terminar quero, não eu não quero, eu DEVO ir atrás dele. 

Me levantei espreguiçando o meu corpo, saí da tenda sendo recebido pela luz solar e brisa leve. Seria bom fazer uma caminhada, mas sei que não aguentaria e iria começar a correr. E foi o que fiz, começei a caminhar para fora do acampamento, indo em direção a pequena parte da floresta que iria dar do vilarejo. Aos poucos aumentei a velocidade, dando ínicio á corrida que não durou muito. Minha cabeça começara a doer, mas não aquelas dores que você sente depois de horas trabalhando duro em algo, essa dor era tensa. Doia bem no centro de meu cerebro, levei ambas as mãos na cabeça para tentar amenizar a dor, o que não deu sorte. Senti as veias do meu rosto se sobressaindo, tamborilei os dedo por cima sentindo a textura daquelas veias, que acredito eu, poderia sair de meu corpo a qualquer momento. 

A dor estava ficando cada vez mais forte, não aguentaria voltar para o acampamento, e nem prosseguir até o vilarejo, pois estava no meio do caminho ainda na floresta. A dor aumentava a cada movimento que eu fazia, sem ter forças o suficiente para me manter em pé, caí de joelhos no chão. Soltei um grande alto grito para que alguém pudesse me ajudar. Aquilo era demais, não ficaria consciente por muito tempo, algo me puxava para fora do consciente, mas quem era? O que queria? 

- HYUKJAE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! - Escutei alguém me chamar, tentei esticar minha mão direita para a pessoa que gritara meu nome, mas minhas forças haviam chego no limite, sem sentir meu corpo tombar para o lado perdi totalmente a consciência. 


[::P.O.V. LEETEUK::] 

Acordei com um grito alto, me levantei depressa procurando pelo pequeno Donghae, que descansava ao meu lado. Mas a minha preocupação não havia cessado. Sai correndo da tenda tentando calcular de onde veio o grito, continuei correndo pela floresta encontrando Yesung parado. 

- YESUNG? 

O Redentor virou para mim e fez sinal para que fizesse silêncio. Mas a pessoa que estava a sua frente me chamara atenção. Estava de costas me permitindo ver seu cabelo descolorido. Quem era ele? O ser estranho se virou, segurando Yesung pela gola da túnica, e o jogando de costas em uma árvore. Fiquei paralisado e encarei o ser que fizera tal ação. Ele tinha olhos acinzentados, e suas unhas eram grandes e afiadas, mantinha um sorriso malicioso no rosto, a parte de sua pele exposta estava com as veias sobressaltas e pretas. Aquela feição, eu o conhecia….. 

- Veja se não é o grande Leeteuk - Disse o ser desconhecido, mas aquelas voz me permitiu lembrar de quem era. 

- Hyukjae? O que aconteceu com você? 

- Hyukjae? Então o nome do moleque é Hyukjae!! Bom Leeteuk no momento Hyukjae está dormindo, mas acho que posso passar um recado para ele. 

- O que? Dormindo? - Não queria acreditar naquilo, mas como Hyukjae iria mudar tanto em questões de minutos, horas? Me aproximei de Hyukjar em passos lentos. Mas ele me repudiou, arranhando meu rosto. Passei a mão por onde ardia, e ví sangue escorrendo entre os dedo. Pressionei o local para que não desmaiasse, mas eu tinha que parar ele, sabia que poderia se machucar, e Donghae não me perdoaria se eu deixasse isso acontecer. Fui me paroximando dele devagar, tomando cuidado para não deixar que me acertasse de novo, Hyukjae só sorrie divertido. 

- Ahh Leeteuk, não se preocupe, eu vou deixar ele voltar, mas só dessa vez. 

Dito isso ele fecha seus olhos, e aos poucos caí, mas consegui segura-lo. Yesung aparece com uma cara de dor, fazendo sinal para que voltasse ao acampamento. 

-Não se esqueça de avisar aos outros, nunca se sabe o que pode acontecer. 

Peguei Hyukjae desmaiado, colocand-o em meus ombros e voltei para o acampamento. Ao chegar os rapazes estavam acordados, e sentados na sala de jantar. Siwon olhou para mim, e se levantou. 

- Siwon venha agora para a tenda de Hyukjae, eu tenho uns serviços para você. 

Siwon assentiu e me seguiu até o local. Coloquei Hyukjae em sua cama, e me virei para encarar o moreno. 

- Quero que cuide ele, a pele está fria e suada. Qualquer coisa me chame. 

- Sim senhor. 

Me direcionei para a sala de jantar vendo todos preocupados. Senti na cadeira e começei a explicar o que havia acontecido de forma resumida. 

- O que aconteceu? Escutei um grito e como você não estava aqui achei que fosse você. - Perguntou Kangin. 

- Não não era eu, era o Hyukjae. 

- Hyukjae? - Perguntou Donghae se interessando pelo assunto - O que aconteceu com ele? Está tudo bem? Ainda está vivo não é? 

-Calna pequeno, se ele está bem eu não sei, mas quero perguntar algo á Ryeowook. - Ryeowook ergueu o olhar e me fitou - Quando vocês chegaram aqui, você disse que se assutou com a imagem de Hyukjae, não é? 

-Siim. 

- Como era a aparência dele? 

- Um olhar demoniaco, parecia que não era ele, os olhos estavam diferentes, mas não pude ver muito pois tentei prestar atenção no Kyunnie. 

- Bom acho que apartir de agora temos com tomar muito cuidado com o jovem. 

- Leeteuk para de fazer drama e diga logo o que está acontencendo - Brigou Donghae, lancei um olhar de repreensão mas não adiantou ele continuou com olhar de bravo e preocupado. 

- Não posso dizer o que aconteceu Donghae, eu tenho queestudar o livro que Hyukjae trouxe para tirar as conclusões, mas estou avisando tomem cuuidado com ele. 

- Leeteuk, o que aconteceu com o seu rosto? - Perguntou Sungmin apontando para os arranhões. 

- Foi Hyukjae que me arranhou. 

- Ele fez isso, a unha humana não pode fazer esse estrago. 

-E por acaso eu disse que ele parecia humano? - Briguei, estava começando a ficar irritado, eles não podem ficar se perguntando o que aconteceu eles tinham que se precaver. - A partir de hoje você vão começar a treinar lutas, quero todos fazendo isso. 

- Por que? 

- Nunca se sabe quando Hyukjae pode ficar daquele jeito denovo, e se voltar vocês vão estar preparado. - Olhei para Donghae que lançava-me um olhar que eu já conhecia. - Ele não vai facilitar, muito menos para você Donghae, e eu espero que me obedeçam. 

Me levantei indo em direção ao quarto de Hyukjae, pegando i livro em me dirigindo á minha tenda. Sentei na cama e começei a ler o livro de capa grossa. 


[:: P.O.V. HYUKJAE::] 

Quando acordei, percebi que estava na minha tenda. Me sentei e ví Siwon torcendo um pano. 

- Como está se sentindo? 

- Estou com bastante energia. 

- Que bom, vou chamar Leeteuk, espere aqui. - Assenti vendo o moreno sair da tenda, minutos mais tarde Leeteuk, entra com um curativo em seu rosto. 

- Como está? 

-Bem, mas o que aconteceu com você? 

- É o que eu te pergunto, não se lembra? 

- A única coisa da qual eu me recordo, é de sair para fazer uma caminhada e sentir um dor de cabeça horrivel. - Leeteuk assentiu pensativo, será que eu tinha feito algo? 

- Bom digamos que o meu “pequeno machucado”, foi causado por você. Mas não sei como explicar. 

- Como posso ter feito algo sendo que eu não tinha consciência? 

- Não se preocupa, só me prometa que se sentir algo de estranho, irá me contar? - Sabia que ele falava para o meu próprio bem, sentí isso em seu olhar, então apenas assenti. Leeteuk deu um sorriso e saiu da tenda. 

Poucos minutos depois, Henry adentra no local, com uma cara estranha, de medo e preocupação, o que ele queria? 

- Hyukjae,quero que me conte uma coisa. 

- Oi Henry tudo bem com você Eu também estou ótimo, então o quer que eu te conte? - Disse com ironia, Henry respondeu comum sorriso meio de lado deixando as maças do rosto ruborizarem. 

- Me conta como foi a sua vida do Santuário. 

Paralisei, meu passado, como eu tinha arrependimento, medo, de me lembrar daquele lugar. Aquilo não era uma coisa que eu gostaria de esquecer, pois se o fizesse algo iria fazer com que recordasse. Mas guardar aquilo era bem pior, não considero o que passei algo rim, mas o suficiente para me deixar enjoado e pensar sete mil vezes antes de lebrar, e aquilo estava me afetando. Seria melhor se eu co contasse, assim poderia ficar de bem o mais jovem tirando todos os maus entendidos que houve entre nós em uma única noite. Me arrumei na cama, e pedi para se senta-se, então começei a contar a história. 

- Entrei no Sangrado Santuário aos cinco anos de idade. No ínicio eu não falava com ninguém, tinha muito medo dos Redentores, mas pouco tempo depois da minha entrada conheci Ryeowook e Shindong. Ambos eram enfermeiros de lá, e eles deixaram com que eu ficasse um dia na enfermaria, mostrando o grande número de acólitos que frequentavam aquele lugar e oquão grande eram suas feridas. Meu medo aumentou e eu fazia questão de fazer tudo que os Redentores mandavam e com perfeição, só para não me baterem. 

“Ainda me lembro de que vivi por alguns anos desse jeito, quando fiz doze anos conheci um menino, se não me engano ele era mais novo que eu. Eu gostava dele, a gente sempre dormia juntos, brincavamos juntos e iamos aos lugares secretos para poder admirar a lua. Ele foi o que vocês chamam de primeiro amor. Mas um dia ele sumiu…. 


[Flashback on] 

Ao acordar tateei a cama a procura dele, mas nada encontrei, abri os olhos com rapidez e procurei pela cama, realmente ele não estava, procurei pelo dormitorio, e nem sequer senti sua presença. Estava começando a ficar preocupado, queria ver ele, precisava ver ele. Saí correndo em direção á enfermaria e encontrei Wookie, tomando café. 

- Wookie, você viu o fishy? Quando acordei ele não estava ao meu lado 

- Ahh Hyukie, eu não sei não vi ele hoje. 

Saí correndo indo em direção ao Redentor Zhoumi, apesar dele ser bravo, quando eu precisava dele, ele sempre estendia sua mão, porém de uma forma dolorosa. Adentrei em seus aposentos vendo ele sentando na cadeira olhandoa janela que mostrava a chuva que caia do lado de fora. 

- Redentor. 

- Oh está aqui Hyukjae? O que quer? 

- Você viu o fishy? 

- O pequeno garoto com cabelos negros?- Assenti - Ele saiu do Santuário hoje. 

Perdi meu chão, como eu iria viver sem ele, sem o seu calor, fishy era muito pequeno e não sabia se defender, como poderia viver do lado de fora? Senti as lagrimas tomarem conta de meu rosto. 

- porque? 

- Oras Hyukjae não chore, acredite você vai conhecer pessoas melhores que ele. - Redentor Zhoumi havia levantado de sua cadeiro e ido em minha direção me abraçando com seus braços longos. - Ele fez uma coisa errada Hyukjae, ele teve que ser expulso. 

[Flashback off] 


Sentí as lagrimas voltarem, mas segurei elas com toda a minha força. 

- Um ano depois conheci o Sungmin. ele tampava a minha cicatriz, eu estava carente e precisava de alguém para me consolar, e Sungmin apareceu. Comecei a ter sentimentos por ele, mas não se comparava com o que sentia pelo fishy. Deixei com que Sungmin pudesse me livrar da saudade que tinhapelo meu pequeno. Mas no final ele também se foi. Disse que iria voltar para me buscar, mas não voltou. Acabei entrando em depressão,as duas pessoas que eu amei me deram as costas sem dizer o motivo. Por fim, investi na minha amizade comWookie e Shindong, mas mesmo assim sentia o vazio no peito. Desde então vim ingorando todo o aprendizado do Santuário, todos os dias eu apanhava, e aprendia. Terminei virando o acólito numero um a ir direto para a enfermaria. 

’‘Mas teve uma noite, que eu acordei suando, minhas unhas estavam sujas de sangue, ao tomar banho sentí meu braço arder, foi então que eu percebi a marca que tenho hoje.” 

- Mas não foi alguém que fez em você? - Perguntou Henry, me deixando surpreso, pois durante toda a história ele me olhava atentamente. 

-Não. - Mostrei o braço esquerdo, onde se encontrava a pior cicatriz que tinha no corpo. 

- Nossa, de longe parecia um tipo de tatuagem, não achei que você tinha feito isso. - Hednry analisava com cuidado cada detalhe, chegou até a dedilhar por cima sentindo a textura. - Quando começou a tomar forma o que você fez? 

- Contei para o Redentor Zhoumi, então começei a treinar o dobro. Tinha noites que eu não dormia, ao então desmaiava de tanta fome. Mas nada que mostrasse o motivo de eu fazer aquilo. 

- Então, mudando de assunto, você não gosta do Sungmin? 

- Não, estou muito apegado ao meu passado com o pequeno fishy. 

Henry agradeceu pela história e saiu, poucos minutos depois Donghae adentra ao local, ele estava chorando, e relutante. Fiquei com medo de que ele tenha visto o rosto de Leeteuk e ficasse com medo de mim, ou então tivesse escutado o que eu havia dito para Henry. Lancei-lhe um sorriso e estiquei os braços para que se quisesse pudesse vir me abraçar, não eu não queira, mas sabe como é né, eu estava com uma vontade de sentir seu aroma. Não demorou muito, Donghae veio correndo para mim e me abraçou, sentí minha camisa ficar molhada, afaguei seus cabelo sentindo a maciez do mesmo. 

- Pensei que nunca mais iria te ver - Disse ele erguendo seus olhos para me encarar. - Você está bem? 

- Por que? Iria sentir minha falta? 

- Iria. - Fiquei surpreso Donghae não gostava de Henry? 

- Está bravo comigo? 

- Por que estaria? 

- Por causa da noite passada, acho que machuquei o seu pequeno… 

- Meu pequeno? 

- Sim o Henry, ele não é o seu pequeno principe? - O rosto de Donghae ruborizou, acho que eu não devia ter ouvido isso. 

-Como sabe do pequeno principe? 

- Um desses dias escutei falar isso,e como ontem o Henry estava abraçado com você acho que é ele. 

-Não não é Henry, é outra pessoa. - Sentí uma ponta de esperança, criei coragem e perguntei. 

- Então quem seria….. 

Não consegui terminar de falar, Donghae aproximou seu rosto do meu deixando um breve selar, ele segurava as golas da minha camisa como se estive com raiva, e pediu passagem. Demorei para deixar, estava confuso, o que estava acontecendo agora? Donghae, estava na minha cama, me beijando e eu aqui parado igual a um idiota? Mas é ruim que eu não vou aproveitar isso. Tirei minhas mãos, que repousavam na coberta, e as coloquei uma em seus cabelos e a outra e sua cintura. Aprofundei o beijo sentindo o gosto doce que seus labios me traziam, nossas linguas brigavam por espaço, mas ao mesmo tempo pareciam dançar uma valsa. Puxei a cintura de Donghae para mim, queria sentir o seu corpo, eu o desejava, e posso ver que ele também queria isso. Aproveitei cada momento em que estavamos alí nos beijando pela primeira vez, sentí o gosto de sua boca, senti seu peito ir de encontro com o meu, senti seus cabelos doces em meus dedos, senti o quão forte era o seu corpo. Separamos quando sentimos necessidade de ar, mas se dependesse de mim iria ficar desse jeito para sempre. Olhei suas orbes negras como um mar, mas ele desviou o olhar totalmente envergonhado. Donghae baixou a cabeça a procura de qualquer outro ponto senão meus olhos. 

- Acho que eu…tenho…hãmm…. - Ele queria sair mas eu não iria deixar, não enquanto eu pudesse te-lo perto de mim. 

- Você não têm, isso é um sonho? - Perguntei levantando a minha duvida, e se aquilo fosse um sonhos, sonho muito real. 

- Não não é. - DIsse ele depois de se beliscar, tive que virar o rosto para não rir da feição de dor que ele fizera. Puxei a cintura de Donghae, fazendo com se sentasse entre as minhas pernas. 

- Donghae-ah, porque seu cheiro é tão familiar? - O cheiro que seu corpo emanava era idêntico á do meu fishy. 

-Deve ser porque você já sentiu o meu cheiro. 

- Como é que é? - Parei para pensar um pouco, os olhos, seus olhos eram como mares negros que poderia me afogar a qualquer momento, essa sensação me lembrava a de fishy. O nome também me era familiar. A cara de peixe dele…. 

- Não me diga que você….. - Parei de falar, estava começando a gritar, olhei para Donghae que me encarava com um olhar de esperança. - Você é o meu fishy

Donghae deixou suas lágrimas rolarem por seu rosto. Eu o encarava surpreso, o meu pequeno fishy, o meu somente meu estava finalmente em meus braços, eu estava sentindo o seu perfume mais uma vez. Aquilo parecia um sonho, e se fosse queria nunca mais acordar. 

- Seu…fishy - Repetiu ele com um sorriso em seu rosto, não aguentei o abracei o mais forte possivel. Como eu sentia falta dele. 

- Como pode se esconder de mim por esse tempo? 

- Estava esperando o momento certo para isso, mas depois do que aconteceu essa manha fiquei com medo de que nunca mais fosse te ver. 

- Você sabe o quanto sofri sem ter você do meu lado? Você sabe o quão preocupado eu estava com medo de que nunca mais poderia te ver? 

- E agora você pode me ter Hyukie, eu não irei te abandonar, eu vou sempre estar ao seu lado, isso é uma promessa. 

Donghae selou sua promessa com um beijo, não sabia como me sentia, a felicidade de ter encontrado o meu fishy que não caberia em meu coração. Mas uma coisa me preocupava, qualquer momento eu poderia perder a consciência de meus atos, e machuca-lo, mas não posso manda-lo para longe de mim, não quando finalmente eu o tinha ao meu lado de novo. 

- Eu te amo Hae - Disse em seus ouvidos. 

- Eu te amo Eunhyuk - Ah como era bom ouvir o meu apelido que ele me dera na época em que eramos pequenos. Finalmente eu havia dito aquelas palavras a ele, finalmente eu o tinha em meus braços, e ninguém irá tirar isso de mim, não de novo.

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