{Sagrado Santuário} Capitulo 5


[::P.O.V Hyukjae::] 

Eu tinha que voltar para a realidade, não deixaria ele ter um poder sobre mim novamente, não quero sofrer de novo. 
- Eu realmente senti sua falta! - Como ele poderia dizer aquilo como se fosse tão natural? - Ah você deve estar bravo comigo. 
- Uhum - O seu sorriso, que antes brilhava, agora desaparecia. 
- O que devo fazer para que me perdoe? 
- Apenas fique longe de mim, isso será o suficiente. 

Aquelas palavras sairam de minha boca em um tom sério, fazendo com que Sungmin talvez perceba o quão machucado eu estava. Não queria que ele percebesse que ele ainda tinha efeito sobre mim, então saí dali o mais rapido que eu podia. Passei em frente da minha tenda, encontrando Ryeowook e Donghae, que saíam de trás dela. 

- O que estavam fazendo? - Novamente minhas palavras soaram sérias e com furia. 

- Estavamos conversando - Respondeu Wookie, que tinha aquele olhar de preocupação, era um dos olhares dele que eu não gostava de ver em seu pequeno rosto. 

- Você está bem? - Perguntou Donghae com sua voz rouca e seus olhos um pouco vermelho totalmente vidrados em mim. 

- Poderia estar melhor, estou indo ver Kyuhyun 

Os meninos assentiram e segui o meu caminho, indo em direção á tenda de Siwon. Ao passar por uma fina camada de pano preto avistei Siwon sentado em uma espécie de banqueta ao lado de uma cama, que deixava Kyuhyun confortavel enquanto ele dormia. 

- Como ele está? 

- Nenhum ferimento, parece que os Redentores deram á ele um tipo de sonifero. - Podia sentir a calma em Siwon sabendo que a pessoa, ele provavelmente ama, está finalmente em seus braços, e poder apartir de agora protege-lo. Era isso que Sungmin dizia para mim na época em namoravámos, ele tinha medo de eu me machucar com algum Redentor quando ele não estivesse por perto, e assim que ele me abraçava eu me sentia totalmente protegido e amado, pelo menos foi isso que eu pensava. 

- Isso é um alivio. - Já ia saindo da tenda para deixa-lo mais avontade, mas Siwon me chamou, me fazendo parar na “porta”. 

- Hyukjae… Obrigado por cuidar dele. - disse Siwon me lançando aquele belo sorriso. 

- Se precisar de mim, pode chamar. 0 Siwon apenas assentiu. 

Já estava anoitecendo, e o silêncio começou a reinar, se nçao fosse pelos pequenos murmurios que vinha da “sala de jantar”. O que eles chamavam de sala de jantar era uma mesa de madeira com dois bancos extensos em cada lado da mesa que foram colocados no lado de fora ficando perto da cozinha imporvisada deles. mesa estava coberta com um atoalha xadrez branca e vermelha e sobre ela estava um pequeno banquete. Praticamente todos já estavam lá, Heechul foi levar um pequeno prato do jantar para Siwon enquanto eu me sentava no meio ficando entre Donghae e Kangin, na minha frente estava Sungmin que sentava entre Henry e Leeteuk. 

Peguei meu desjejum e comecei a comer, sentindo alguém olhar para mim, procurei o dono do olhar vendo que era Sungmin. Fiquei olhando ele que nem sequer piscava, deixando claro, em meu olhar, que eu queria comer em paz para logo depois voltar a comer. Escutei um baixo e fraco “psiu” desviando meu rosto a procura que dem quem fizera aquele som, encontrando o rosto sério do líder que me olhava intensamente enquanto balançava a cebça discretamente para Donghae. Desviei meu olhar para ver o garoto que sentava ao meu lado esquerdo, percebi que Donghae comia muita rapidez sem desviar o seu olhar de Sungmin. Segurei sua mão que segurava os hashis, tentando faze-lo olhar para mim o que não demorou muito. 

- Donghae - Ele me olhou assim que o chamei, lancei um sorriso para mostrar que eu estava bem e que não era para se preocupar - Coma devagar, se não vai se esngasgar. 

Donghae assentiu, voltando a comer, mas dessa vez mais devagar e olhando para seu prato. Voltei o olhar para Leeteuk que me devolveu com um olhar em agradecimento, me deixando terminar o meu jantar. Assim que terminar, Donghae puxou minha mão para me retirar da mesa. 

- Vem comigo, quero te mostrar uma coisa. 

- Donghae, deixe o rapaz comer sossegado - Brigou Kangin, fazendo o mais novo formar um bico muito gracioso. 

- Está tudo bem, eu já terminei mesmo. 

Donghae mostrou um grande e brilhante sorriso enquanto já começava a caminhar sendo seguido por mim. Passamos por algumas árvores vendo a escuridão tomar conta da floresta. Donghae parou apontando para o topo de uma árvore, ergui minha cabeça e avistei uma espécie de casa da árvore presa em alguns galhos daquela árvore de tronco grosso. Donghae subiu as pequenas escadas e ficou em pé na frente da porta da pequena casa, me chamando para fazer o mesmo, e assim o fiz. Assim que parei na porta Donghae entrou enquanto eu prestava atenção em sua estrutura, ela parecia ser da mesma madeira da mesa, que ficava na salada de jantar, seu interior era pequeno porém confortavél, Tendo dois ármarios sendo que um era pequeno que, segundo Donghae continha comida, era como se fosse uma dispensa. No centro tinha uma grande tapete bege, e em cima dele uma grande colchão de casal arrumado pronto para aceitar visistas. 

Donghae sentou no colchão me convidando para sentar ao seu lado. Me agachei sentando um pouco longe dele. O mais novo se deitou, e fiz mesmo, percebendo que no teto tinha uma pequena janela que dava para ver algumas estrelas e a lua. 

- Por quê têm essa janela? 

- Gosto de olhar o céu a noite - Explicou ele - Venho aqui quando estou triste e quero ficar sozinho. 

Fiquei surpreso com sua explicação, tentei imaginar Donghae triste chorando em algum canto daquela pequena casa, mas só de pensar nisso senti uma pontada em meu peito. Mas a minha dor realmente começou quando ele resolveu continuar. 

- Eu gosto de uma pessoa já faz cerca cinco anos, mas tive que me separar dessa pessoa. Por ficar longe desse ser, tive algumas crise de choros, eu começava a chorar e fugia para dentro da floresta. Leeteuk já estava começando a ficar cansado de ter que sair a minha procura então construiu essa casa, dizendo que se eu quisesse chorar era para eu ficar aqui. 

- Você gosta de alguém, Donghae? - Perguntei receoso, sentí uma ansiedade, estava nervoso que ele dissesse que gostasse de alguém e isso deixava-me desolado. 

- Sim, foi na época em que eu estava no Santuário, mas quando eu ia confessar meus sentimentos, fui obrigado a sair de lá. Mas agora me sinto bem, jpa que ele está sempre ao meu lado. 

Me sentí triste por ele não ter se confessado, e isso seria bom porque assim eu provavelmente não teria aqueles sentimentos. Sim eu admito, gosto desse pequeno cara de peixe, desde que ele demosntrou aquele olhar de preocupação e me mostrar seu afeto, me sentí totalmente especial, e agradeço áo Redentor Enforcado que deve ter criado juizo em meu cerébro e feito eu perguntar aquilo para que evitasse qualquer sentimentos mais profundos durante a minha estadia aqui. 

Vou admitir, no começo achei que essas pessoas eram perigosas, principalemnte por manterem contato com o Redentor Yesung. Mas ao mesmo tempo o olhar de Donghae me cativou á primeira vista, aqueles sentimentos que eu sentira com Sungmin, apareceram novamente com assim que olhei para aquele cara de peixe, porém vieram mais fortes, tive que fazer um grande esforço para não deixar transparecer. Mas aquelas palavras, aquela pequena confissão que ele fez sobre gostar de um pessoa me deixou totalmente triste, de coração partido. Aquelas cinco pessoas totalmente disconhecidas me mostraram um abraço de boas vindas, deixando claro que eles não eram um perigo para mim. 

Fui tirado dos meus pensamentos quando ouço Leeteuk chamando Donghae para irem dormir, me deí conta de que nossos rostos estavam á milimetros de distância, faltav poucos milimetros para tocar aqueles lábios convidativos. Uma dor de cabeça se apoderou de mim, mas não queria deixa-los preocupados, então fiz questão de ingora-la se fosse possivel. 

- Vai lá, não quero virar inimigo de Leeteuk - Donghae se levantou com uma cara de bravo, resmungando um “justo agora”, suprimi a risada, mas spo de ndar um sorriso minha cabeça doía. 

Desci logo em seguida, indpo direto para a minha tenda, percebendo que o silêncio reinara naquele lugar. Seria a hora perfeita para ir dar um mergulho no rio, sem me preocupar com curiosos. 

Peguei uma toalha e uma roupa folgada e confortavel para se dormir e rumei em direção do rio. Coloquei meu calçao de mergulho, que eu usava quando os Redentores resolvia me aforgar em algum tanque ou bueiro. Fiquei sem camisa mesmo e dei um mergulho naquela água morna, por ser verão e sol estava de rachar naquela manha a água deve ter esquentado. Quando voltei para a superficie, fiquei em pé e admirando o luar escondidos entre as nuvens, eu fazia aquilo todas as noites, e aquela era especial por estar em um lugar diferente com pessoas diferentes, e livre. Sentí um par de braços circundar minha cinturae um rosto decansar no mesmo deixando sua respiração me causar arrepios. Fiquei um tempo parado imaginando quem seria e rezado para que fosse Donghae. Algo pesou em subconsciente, olhei para o lado e vpi alguém puxando Donghae para detrás dos arbustos. Se o Donghae estava lá, então…. 

- Você não sabe como eu desejei isso - Ahh essa voz, era Sungmin. Me virei para encara-lo tirando seus braços de mim. Percebi que ele também estava sem camisa e apenas de shorts. 

- O que faz aqui? 

- Estou te acompanhando como nos velhos tempos. - Encerrei as sobrecelhas deixando um suspiro escapar de meus lábios. - Não me peça para ficar longe de você, isso seria algo que eu nunca farei. 

- Nunca fará? Esqueceu que já fez? E quem disse que eu quero companhia? - Eu tinha que deixar claro que é dificil te-lo perto de mim. O sorriso dele saiu de seu rosto. 

- Quero trazer o MEU Hyukjae de volta, e eu vou conseguir, ou não me chamo Lee Sungmin. 

Fiquei em silêncio, qualquer palavra que eu falasse seria inicio de uma grande discussão e aquele não era um horário proprio para isso. Estava preste a sair do rio quando suas mãos seguraram meu rosto, para segundos depois sentir seus lábios nos meus. Eu tinha me esquecido completamente da doçura que era os lábios de Sungmin, lembro-me de quando fugiamos dos Redentores, para trocar caricias nos corredores mais escuros. Tinha que afastar aquele pensamento, tinha que deixa-lo, não não queria que Donghae visse aquilo. Mas Donghae não me ama, ele não sabe da existência de meus sentimentos. Talvez eu deva usar o Sungmin para provocar ele, não eu não posso fazer isso… é errado…isso machucaria Sungmin….por mais que o odiasse não queria dar a ele a dor que eu tive. 

Me afastei de Sungmin e lancei-lhe um olhar de repreensão, sai do rio peguei minha coisas que estavam perto do arbusto, olhei para a esquerda e ví Donghae com lágrima em seus olhos abraçando Henry, olhei para trás e vpi Sungmin saindo do rio, e vestindo sua camisa, fiz o mesmo e saí, pisando forte. Enquando saía ouvi Sungmin me chamando, mas não olhei naquele momento queria ficar sozinho deixando as minhas lágrimas rolarem. 

Não queria olhar para Sungmin, nem para Donghae, só de ver ele abrançando Henry me deixou claro que a pessoa que ele gostava era ele. Eu o queria, eu precisava sentir seus lábios, precisava ouvir ele dizer que me amava. Agora chegava a parte que mais odiava, o momento em que eu teria que reprimir tudo, como doeria, eu teria estar preparado. Ahhh Deus, tenho que admitir, eu estava completamente, perdidamente apaixonado por Donghae. 


[::P.O.V. DONGHAE::] 

Durante o jantar fiquei muito feliz ao ver o meu pequeno principe se preocupar comigo. Suas mãos sobre as minhas me fez flutuar na lua, elas eram frias como antigamente, mas seu olhar era totalmente quente e acolhedor. Pedí para que me acompanhasse, queria mostrar o meu esconderijo. 

O meu plano original era fazer com que Hyukjae se lembrasse de mim, para depois recuperarmos o tempo perdido. Disse que gostava de uma pessoa, o que era um total mentira pois eu não gostava de Hyukjae, eu o amava, o amo e sempre o amarei. Ví ele estava totalmente submerso em seus pensamentos, considerei isso uma chance de fazer o que mais desejava, sentir seus lábios. Aproximei meu rosto de forma vagarosa, faltava pouco, seus olhos olhavam fixamente os meus, mas estava claro que ele não percebera a minha aproximação. Mas tudo que é bom acaba cedo, Leeteuk me chamou dizendo para ir dormir, prestei atenção na reação de Hyukjae, que se afastava de mim como se quisesse não ser percebido. 

-Vai lá, não quero virar inimigo do Leeteuk. 

Tá certo, aquilo não era uma boa coisa, se dependesse de mim eu trocaria o teukie-hyung pelo meu Hyukjae. Não, não trocaria na verdade faria com que o teukie se desse bem com a pessoa que amo, se bem que ele não têm nada contra, mas também não é a favor. Desci as escadas encontrando aquele que me chamara. Olhei para ele com raiva, ele sabia que tinha estragado algo, mas fingia que não. 

- O que foi? 

-Tinha que ser agora? 

- Sim, qual seria o horario perfeito para te incomodar meu pequeno? - Brincou Leeteuk que passava as mãos em meus cabelos. 

- Eu estava tão bem agora…. 

- Tava bem, mas ande logo Henry pediu para chama-lo. 

- Ué, não me chamou para ir dormir? 

- Se eu falasse que o motivo, você com toda a certeza do mundo não viria, e eu sei que você não é louco de me desrespeitar. - É teukie hyung estava certo, não por que ele era bravo, mas sim porque ele é a única familia que eu tinha. 

Andei pelo acampamento a procura de Henry, que estava perto de um arbusto, ele olhava fixadamente para o rio, me aproximei dele e perguntei o que queria, mas Henry colocou sua mão direita sobre a minha boca e me empurrou para entre os arbustos. Ele fez sinal de silêncio,e para que eu olhasse para o rio, e assim o fiz. Não seri de onde minha raiva subiu, mas ver Sungmin abraçando Hyukjae me deixara tão bravo, tão irritado que a minha vontade era de ir lá e afogar o Sungmin para deixar claro que aquele cara ruivo tinha dono e que esse dono era EXTREMAMENTE ciúmento. Eu já estava prestes a me levantar, mas Henry me empediu. 

- Você está louco? Quer ser descoberto? - Susurrou ele. 

- Eu não sei de onde você tira paciência para aguentar isso, mas eu não vou ficar parado Henry. 

- Eu tenho paciência porque eu sei que o Sungmin não vai fazer nada além de um abraço. 

Revirei os olhos e prestei atenção na cena no rio, enquanto Henry falava mais e mais motivos para confiar no seu amado e fofo Sungmin, mas a cena que eu ví não foi das melhores. 

- Eu não diria que ele é confiavel Henry. Olha só - Virei a cabeça de Henry para a cena. Sungmin estava com ambas as mãos no rosto de Hyukjae e o beijava. Sentí minhas mãos ficarem molhadas, olhei para Henry, e ví que ele chorava. O abracei deixando claro que se quisesse chorar seria a melhor hora, e como era. Hyukjae passou e me olhou viu o Henry deu uma olhada para trás, fechou a cara vestiu sua camisa e saiu. Não sentí raiva por parte de Hyukjae, não sentí porque eu seí que ele não voltaria para Sungmin, sabia que Sungmin o tinha macucado, eu o conhecia tão bem, que já decorava os nomes dos lugares em que Hyukjae evitava passar por ter más lembranças, como a sala do Redentor Doojoon, depois de apanhar pela primeira vez, ele pediu para o Redentor Zhoumi para que o trocasse de Redenotr, estava claro em seus olhso o seu grande medo. 

Henry se soltou de meus braços e me lançou um olhar de agradecimento, olhou para trás e viu Sungmin chamar por Hyukjae, que agora só lhe dava as costas. quilo com certeza teria sido como uma faca em seu pequeno coração. Ele apenas olhou para Sungmin e saiu correndo provavelmente para sua tenda. Mas o fato de Sungmin ter chamado pelo nome de Hyukjae fez a minha raiva ficar muito maior. 

- O que aconteceu com ele? - Perguntou Sungmin se referindo ao Henry que ao sair correndo lançou um “idiota” para Sungmin. 

-Você faz as coisas e não sabe? - Sungmin desviou sua atenção para mim com um olhar confuso. 

- O que fiz? - Não estava aguentando mais aquilo, me aproximei bem dele, deixei o meu rosto sério o suficiente para que ele arregala-se os olhos surpreso com a minha reação. 

- O quer quer com o Hyukjae? 

- Como assim o que eu quero, se você viu o que acabou de acontecer, e ouviu minhas histórias com certeza sabe que eu o quero de volta. 

- Então vou deixar uma coisa bem clara pra você Sungmin, saiba que agora você virou o meu maior inimigo. 

- Eu? Por que? Só por que a pessoa que eu gosto é um homem? 

- Não! Vou deixar de uma forma bem simples para você. Machuque o Henry que eu te parto no meio…. 

- Ahhh, então era isso? 

-NÃO ME INTERROMPA SUNGMIN!!! Não enconste no MEU PEQUENO PRINCIPE! 

- Você gosta do Henry. 

- Não do Henry, não Sungmin, eu não vou deixar o Hyukjae em suas mãos denovo. Ele é meu e vou fazer de tudo para tê-lo comigo, até porque antes de você aparecer ele me pertencia. Que isso fique bem claro, posso largar tudo o que tenho para ficar com ele, então não deixarei ele para você, vou lutar por ele, e se for para perde-lo então eu estarei morto. 

Não esperei uma resposta dele, apenas saí daquele lugar o deixando sozinho, indo em direção á minha tenda. Contei o que havia acontecido ao meu confidente, Teukie hyung. 

-Você agiu de forma imprópria Donghae. 

- Teukie hyung, nem você vai me parar, eu vou ter o Hyukjae, vou conquistar seu coração, vou faze-lo lembrar de mim, mas não deixarei ele dançar nas mãos do Sungmin. Não suportaria ver Hyukjae longe de mim de novo.

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