{Sagrado Santuário} Capitulo 17 - Final


[::P.O.V. HYUKJAE::] 

Escuro, é tudo o que posso ver. Frio é tudo o que sinto. Medo é um companheiro fiel. Solidão… Está apenas chegando. Esses são sentimentos que eu sinto agora. Apesar de sentir tanta coisa, um único sentimento é que me chama a atenção, a presença da besta. 

Apesar de estar com os olhos abertos, não vejo nada, sinto meu corpo se mexer, como se desse uma volta, mas minha visão não muda. Espreito os olhos e vejo uma luz, fraca e branca, ela contornava um corpo. 


A figura, que me é desconhecida, se vira deixando seus olhos cinza me fitarem. Graças ao pequeno ponto de luz que contorna o corpo de tal sujeito, vejo que seus cabelos eram amarelados, parecia ouro. Seu corpo, sua fisionomia, tudo era parecida comigo. Era a primeira vez que nos encontrávamos cara a cara. 

A besta deu sorriso de lado, e caminhou até mim, estendo seu braço direito, acariciando o meu rosto de forma leve, como uma pena. 

- Finalmente nos encontramos Hyukjae. – Ele pausara, esperando uma resposta da minha parte, mas não consegui falar nada, minha boca parecia colada. – Sabe onde está? 

- Não. – Respondi ríspido, virando o rosto para que ele tirasse sua mão de mim. 

- Aqui, é onde deixaremos claro de quem será esse corpo. Se é que você me entende. 

Sua voz era mais grossa do que a minha, mas deixara claro a sua ignorância, como se dissesse para eu juntar dez de mim que a nossa força não chegaria aos seus pés. 

- E não chega. – Olhei surpreso por ter adivinhado a minha linha de raciocínio. – Estamos na sua consciência, é claro que eu vou saber o que pensa. 

- Então, não lutarei, se tudo o que eu pensar você irá saber, estarei em desvantagem. 

- Então irá desistir de tudo o que construiu? Se bem, que você não precisa se preocupar, eu cuidarei deles muitos bem, me refiro á Donghae, a sua filha, que provavelmente está nascendo agora. 

Arregalei os olhos de tamanha era a minha surpresa. Donghae isso é hora de dar a luz? Logo a besta ergueu o dedo indicador, pedindo silenciosamente para que eu parasse os pensamentos e escutasse. Logo a voz de Donghae se fez presente naquela escuridão, ‘NÃO MACHUQUE ELE’, foi o que soaram aos meus ouvidos. 

- DONGHAEEE!!. – Gritei, me virando para achar alguma saída, algum lugar que me tirasse daquele lugar para poder proteger o meu pequeno Hae. 

- Está com saudade dele? Então lute, consiga o corpo depois de me derrotar, e isso será o suficiente para correr em direção do seu amado Hae-ah. 

Não aguentei, o modo como ele dissera o nome do mais novo me deixou com muita raiva. Não demorei muito para correr em sua direção, posando minhas mãos em seu pescoço em uma tentativa, frustradora, de enforca-lo. A besta apenas deu um sorriso de lado, me deu um soco com sua Mão direita, fazendo meu corpo ser jogado ao chão sem nenhum pudor. 

Levantei-me novamente, e fui ao seu encontro, desferi chutes e socos, mas de nada adiantava, ele era mais forte que eu, sempre se desviava e aparecia do nada, atrás de mim dando golpes. Mas eu não iria desistir, Donghae está me esperando do outro lado, está gritando por meu nome, não iria deixar que alguém tomasse conta de meu corpo só para destruir toda a humanidade. Não. NÃO. 

Pela décima segunda vez, levantei-me cambaleando, limpando o sangue que escorria de meus lábios cortados, com as costas da mão. A besta parecia estar se divertindo, o que me deixava mais irritado. Tentei pensar em algo que me fizesse ter a chance de ataca-lo. Apenas uma ideia me veio á cabeça, fechei os olhos, tentei esquecer a tal ideia para que a besta não pudesse ter a chance de preparar um contra ataque. Focalizei-me nos sons, apenas nos sons que vinham do lado de fora. Gritos, e uma reza. Uma reza que me parecia familiar. 

Abri os olhos novamente, me surpreendendo com a velocidade que a besta se dirigia até mim. Ele jogara seu corpo sobre o meu, me fazendo cair no chão com ele em cima de mim, enquanto suas mãos apertavam o meu pescoço. Ele me olhava com um olhar vitorioso, como se aquele fosse o seu ultimo ataque. Imitei-o, erguendo meu dedo indicador para que escutasse a reza, assim ele fez sem diminuir a sua força. Logo depois de alguns minutos em silêncio a besta soltara uma risada. 

- Eles acham que isso tudo irá me expulsar de seu corpo. 

Logo uma dor em minha nuca se apoderou, mas não fui o único a sentir. A besta afrouxou um pouco, mas não soltou de mim, apenas fez caretas. Logo uma ventania invadiu aquele lugar obscuro, uma voz surgiu em minha cabeça. ‘’Repita comigo’’. Nada fiz, a voz em minha mente dissera palavras desconhecidas, eu apenas as repeti. 

- Mors, iudicium caeli infernus; Quae quattuor haerent.; Mortificationem, mortem et peccatum; Sunt vestimenta quod composuerunt.; Ligna fremunt et stridentia apes; Fontes aqua Gas; Ubi Corpus; Et lemonade fontes; In montem Candy rósea; Sacerdotes pharmacopolam sicut anatinus; Utriusque portus habet Deus te exspectat; Hoc esse ultimum cenam* 

A cada palavra proferida uma voz, que reconhecia como a do Junyoung,ecoava aos ouvidos da besta, que aos poucos mudava sua feição de vitoriosa para a de assustado. Senti algo queimando em meu pescoço, logo a besta tirou as mesma, olhando-as. Elas estavam vermelhas, sua carn estava á vista, deixando um cheiro de queimado. Seu rosto começou a se descascar, logo a carne e ossos aparecendo. Em um estalar de dedos, ele se transformara em fumaça negra, que logo saiu. Continuei repetindo as palavras até ter a certeza de que estava sozinho naquele lugar escuro. Logo uma luz veio em minha direção. Abri os olhos, sentindo alguém tentando me ajudar a levantar, assim reconheço Kyuhyun. Dei um sorriso para ele, estava feliz eu tinha meu corpo de volta. 

[::P.O.V. LEETEUK::] 

Não tinha a hora mais perfeita para uma criança nascer, do que essa. Estávamos tentando tirar a besta de Hyukjae, no meio de uma tempestade, enquanto Donghae estava prestes a dar a luz. Junyoung banha a barra de ferro no vinagre, em seguida olhava o livre de orações, que provavelmente teria a reza para expulsar a besta do corpo do jovem. 

Shindong pediu para Ryeowook correr para a enfermaria e trazer as ferramentas que seriam necessárias para o parto. Não daria tempo de levarmos ele até a enfermaria, pois tínhamos que carrega-lo e aquele não seria o momento propicio para fazer tal feito. Tirei o meu casaco e juntamente com algumas outras blusas, que Kyuhyun tirara do corpo dos redentores mortos, e fizemos uma espécie de acolchoado para Donghae se deitar. Não demorou muito e o pequeno Wookie voltou, se sentando ao lado de Shindong. 

Junyoung terminara a pesquisa rápida e me olhou, me explicando tudo o que eu deveria fazer. Faltavam vinte minutos para a meia noite, vendo que não tínhamos tempo pedi para que os meninos distraíssem a besta. Assim que vi uma brecha peguei um giz, que Wookie trouxe sem querer de sua visita á enfermaria, e corri no meio da chuva, em direção ao local que Junyoung dissera. 

Fiz um circulo grande com todos os pentagramas e símbolos. Não ficou perfeito, mas digno de um ritual. Junyoung pegou uma corda e a enrolou no ombro, segurou firme no bastão de ferro, caminhando em direção de Hyukjae, que estava de costas para ele. Segurou firme e golpeou o mais novo fazendo uma queimadura em sua nuca, quando o vinagre entrou em contato com a pele. 

Hyukjae caiu no chão duro, parecendo uma estátua, mas estava consciente. Donghae gritara novamente, virei minha cabeça para encara-los, quando senti uma mão em meu ombro. 

-Vai ajuda-los, eu posso me virar aqui. – Disse Junyoung, logo me dando um selinho, assim me virei voltando ao local onde Donghae estava deitado. 

No rosto de Hae, suor escorria seus lábios e olhos franzidos de uma maneira que deixara claro que sentia muita dor, apoiei sua cabeça em meu colo, juntando suas mãos nas minhas para deixar claro que eu estava lá. 

- Como ele está? – Perguntou o jovem em meio de ofegos. 

- Iremos tirar a besta dele agora, então se preocupe com você. – Disse. 

Olhei em direção de Hyukjae, e vi que estava amarrado, no centro do circulo se debatendo, estava quase conseguindo sair das cordas. Shindong se aproximou com uma seringa anestesiando o local que iria cortar. Logo em seguida pegou o bisturi e cortou sua barriga, Donghae dava alguns gemidos e apertava a minha mão com muita força. 

Logo os sinos soaram anunciando que chegara meia noite. Uma prece foi ouvida, Junyoung começara o ritual dizendo as palavras que provavelmente eram em latim. Dizia as palavras com os olhos fechados e as mãos juntas, sua concentração estava em um nível que eu admirava. Luzes começaram a surgir ao redor das linhas do circulo, logo Hyukjae soltara um grito, e ao mesmo tempo Donghae também soltara. 

Ambos gritando, um por trazer uma vida nova, fruto de seu amor, e o outro por querer ver sua filha nascer, abraçar o namorado e continuar a viver. Os olhos, juntamente com as cicatrizes, de Hyukjae começaram a brilhar, uma fumaça negra saia de seu corpo, repousando no chão ao seu lado. Além da reza de Junyoung um som me chamara a atenção. Assim que o grito dos amantes terminou um choro soou pelo pátio. Era linda, a minha neta, estava linda. Além de estar sujinha de sangue era linda. Estava chorando enquanto Wookie a embrulhava em algumas toalhas, Shindong costurava a barriga de Donghae, que estava totalmente banhado em suor. 

- Sua filha, Donghae. – disse ao meio das lagrimas. – Você conseguiu. 

Donghae deu um sorriso fraco seguido de um suspiro, estava cansado. Olhei em direção de Hyukjae, que permanecia sentado e amarrado, a fumaça negra estava tomando forma humana, logo Junyoung pegou um papiro e colou no que seria a testa do sujeito. O tal sujeito, deu um grito agonizante assim que Junyoung proferia a reza. Suas palavras eram rápidas e pareciam enroladas, talvez por ser em outra língua, mas parecia que no ouvido da besta eram como chicotadas. 

Logo Donghae, pegara a filha nos braços mimando-a e ignorando o que acontecia do outro lado do pátio. Graças a vela que Shindong dera, eu pude ver como era a criança. Parecia ser normal, se não fosse pelos olhos, que eram roxos. Fiquei assustado, mas nada falei isso era algo para ser discutido mais tarde, agora só faltava o pai. Assim Donghae acalmou a filha que logo fechou os olhos para descansar, assim Hae também aproveitou a deixa para descansar. Cobri os dois, ainda apoiando a cabeça de meu filho em meu colo. 

Prestei atenção em Hyukjae, parecia que tudo estava dando certo. Hyukjae já estava normal e estava desmaiado no chão. Assim que a luz, que antes iluminava o desenho no chão, se apagara, todos correram em direção do garoto, Junyoung se agachou perto de Hyukjae, dando a ele algo para se beber, deve ser o tal elixir. Logo ele fora trazido até onde estávamos, e pude ver que ele estava consciente e mais suado que Donghae. 

Ao ver a pequena criança deitada no peito do pai, ambos dormindo, Hyukjae soltou um sorriso fraco e entre gemido soltou as ultimas palavras antes de cair em um sono profundo. 

- Tudo ficou bem no final das contas. 

[::P.O.V. DONGHAE::] 

Já faz três meses depois daquela noite tempestuosa. Bom, tudo ficou bem no final. Depois de acordar eu senti uma dor tão agonizante em minha barriga. Mas a boa noticia foi que a retirada da besta foi um tremendo sucesso, Hyukjae sobrevivera, mas ainda estava desacordado. 

Depois que eu acordei, nos mudamos para a cidade de Memphis, onde o Rei Doojoon nos esperava de braços abertos. Conseguimos nos instalar, e logo tratamos de cuidar dos assuntos médicos. Fizeram todos os exames em Sunny para saber o motivo de seus olhos serem roxos, mas disseram que não havia nada de errado com ela, que a nossa criança era muito saudável, o que me deixou mais feliz ainda. Fiz um novo curativo na barriga, deram pontos e tudo mais para que não ficasse tão feio assim, o corte. O medico disse que foi sorte eu não ter pegado alguma infecção, fazer um parto em um homem e nas condições em que eu estava provavelmente eu deveria estar morto. 

Hyukjae demorou uma semana para acordar, e quando acordou se sentiu mal, passou por vários exames, tomou remédio, mas a teimosia dele era maior. Quando era para descansar, lá estava ele treinando. 

Todos estavam felizes com o final de tudo. Nada podia estar melhor, já se passaram três meses, e estávamos mais fortes do que nunca. Hyukjae, como era de se esperar, ciumento com a nossa filha. Sempre que podia brincava com ela, e o resultado, era risos. Eu virei um dono de casa. Ri alto com esse pensamento, mas alguém tem que fazer comida para Hyukjae, e ninguém aguenta o apetite sem fim do garoto. 

Ambos meus appas, estavam felizes, Doojoon, que se recusa a se casar passou a coroa para mim, que recusei, sendo que o único que aceitou foi Henry. Assim Doojoon virou um cidadão comum, desfrutando da bela vida que lhe fora designada. 

Henry e Sungmin finalmente estavam juntos, o casal mais fofo já visto se brincava com eles, o rosto de ambos corava. 

Siwon e Kyuhyun estavam felizes, Kyuhyun trouxera a noticia que estava grávido também, mas dessa vez Leeteuk Appa não fez escândalo. 

Os outros casais da história estavam felizes, tirando todo o atraso que a vida fez eles perderam distantes um do outro. Tudo estava indo ás mil maravilhas, ahh me esqueci de contar para vocês. Hyukjae me pediu em casamento. 

Aqui estou eu, nervoso e ansioso. Estou esperando Heechul terminar de costurar o meu terno branco, que ele fizera questão de fazer. Já estava dez minutos atrasado, até eu terminar de me arrumar… Prefiro nem pensar. Finalmente ele chegou, peguei o terno e o coloquei, já havia tomado banho, estava cheirosinho, só faltava à roupa. Depois que terminei de vesti-la, Heechul arrumou o meu cabelo em uma coisa que ele chama de topete. Andamos em direção ao jardim do ‘’Palazzo’’, assim vi Junyoung Appa me esperando para adentrar comigo. Ele sorriu para mim segurando as lagrima, eu iria me casar e não ir para outro país. 

- Você está magnífico Donghae. 

- Puxei meus pais. 

Começamos a caminhar sobre o tapete branco. Os convidados, que afinal eram muitos, nos olhavam felizes. Fiquei comovido, pois ninguém daquela cidade olhava a gente de forma torta, eles percebiam que estávamos felizes. 

Olhei para a direita e vi Kyuhyun com uma barriguinha pequena sendo abraçado por Siwon, ambos mostrando seus melhores sorriso. Henry e Sungmin estavam pertos de mãos entrelaçadas. Á minha esquerda Yesung e Ryeowook, nos direcionava um olhar com gratidão, mandei á eles um sorriso que logo foi respondido por eles. Shindong não me olhava, mas sim uma moça que estava á sua frente, ri com a cena. Heechul e Kibum também pareciam estar felizes, mas aposto que Heechul estava prestando atenção nos figurinos dos convidados. 

No final ao lado do noivo, estava meu outro Appa, usava um terno lindo, seu sorriso era sincero, juntamente com suas lágrimas, em seu colo estava Sunny, em um lindo vestido branco que realçava seus olhinhos, o laçinho em sua cabeça com uma flor lilás fora ideia de Heechul. No final do corredor lá estava ele. Suas mãos juntas formando nós nos dedos estava nervoso, assim que cheguei perto dele, seu sorriso se alargou, estendendo sua mão, que levemente coloquei a minha. 

- Está lindo Hae-ah. – Disse ele em um cochicho enquanto depositava um beijo em minha testa. 

- Não quanto você. 

Logo o Padre começou a cerimônia, seguido por nossos votos. 

- Eu Lee Donghae, aceito Lee Hyukjae como meu legitimo esposo, para ama-lo e respeita-lo, na saúde e na doença até que a morte nos separe. – Depois de terminar os votos coloquei a aliança em seu dedo anelar esquerdo. 

- Eu Lee Hyukjae, aceito Lee Donghae, como meu legitimo esposo, para ama-lo e respeita-lo na saúde e na doença, e se a morte vier para nós dois, vou dar um chute no traseiro dela para aprender a não mexer no que me pertence. 

Fiquei vermelho, mas tão vermelho que se fosse possível cavaria um buraco no chão para enfiar a cabeça e sair de lá quando todo mundo esquecesse isso. Todos os convidado riram da piada de Hyukjae que aos meus olhos, pareciam ser sinceras. 

- Eu vos declaro marido e… Bem Hyukjae. – Disse o Padre, Eunhyuk olhou para ele pasmo. 

- Você fala como se eu fosse um cara anormal. 

- VOCÊ É ANORMAL, POR SUA CULPA EU PERDI O TEMPO QUE PODERIA ESTAR COM KIBUM PARA TE ACOMPANHAR NA CIDADE PRA COMPRAR AS ALIANÇAS. – Gritou Heechul. 

Peguei o rosto de Hyukjae, depositei um selinho em seus lábios. 

- O seu charme é ser anormal. – Disse em bom som, para que Heechul escutassem. Hyukjae, olhou para o mais velho mostrou a língua gritando um ‘’viu??’’ 

Sunny bateu as mãozinhas como se gostasse daquela atmosfera. 

Tudo ficou bem, estou casado com o meu primeiro amor, tenho uma filha linda, meus pais juntos novamente, meus irmãos com suas vidas resolvidas, e amigos insubstituíveis, têm coisa melhor do que isso? 

4 ANOS DEPOIS 

Eu estava sozinho em casa fazendo faxina. Sunny saiu com Hyukjae para fazerem compras para o jantar. Aqueles dois são insubstituíveis. Logo a campainha, tirei o pequeno avental, colocando-o em cima de uma mesa que tinha por perto. Gritei um ‘’já vai’’, e corri em direção da porta. Logo uma silhueta bem familiar apareceu. Fiquei assustado em vê-lo de novo. Pensei que estava morto, mas não lá estava ele, com seus olhos tão vivos quando eram no passado. Uma cicatriz em seu rosto deixara claro que passou por muito obstáculo até chegar aqui. 

- Olá Donghae. – Disse ele, com um sorriso malicioso em seus lábios. 

- Você?? 

Não conseguia acreditar, aquele pesadelo tinha acabado quatro anos atrás, não tinha como ele ter sobrevivido. Ele estava de volta, A besta retornou.

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