{Sagrado Santuário 2} Capitulo 3 - A Joia ao redor do pescoço do dragão


Até chegarmos à floresta de Monwirch, demoramos as exatas sete horas que fora pesquisado, Heechul reclamara dor nas pernas e acabou sendo carregado nas costas de Kibum, tirando isso o resto aguentou firme o caminho inteiro.

Quando chegamos à floresta pude perceber que era exatamente do jeito que sonhara, preta e alaranjada com as arvores secas e negras, tomei a frente do grupo caminhando em direção em que Donghae andara até chegarmos à gruta.

Não demoramos muito, lá estava a gruta escondida de baixo da raiz da grande arvore. Sem qualquer medo, acendi uma lamparina e adentrei na gruta, que era úmida e bem escura. As rochas que estavam as nossas cabeças, logo ficaram mais distantes, fazendo nossos passos ecoar pelo local. Assim uma luz branca, que deveria ser da lua, iluminava fracamente um altar.

- Era ali, que o espelho ficava. – disse apontando para o altar de pedra.

- Mas, ele está vazio. – Disse Kibum, que ainda segurava o amado nas costas sem demonstrar cansaço.

- O espelho mostrara o reflexo da besta descansa no mesmo lugar onde a lenda da tenyo diz. – Exclamou Heechul.

- Tá para que serve o espelho, segundo a lenda? – Perguntou Leeteuk.

- Ele reflete a beleza que a tenyo possui, Pois além de virgem ela era de beleza invejável. – Expliquei.

Chegamos perto de tal altar, Junyoung fizera questão de examinar todos os cantos, cada milímetro da arquitetura rochosa. Olhei para o lado e pude ver um dos cinco grandes lagos, e algo me chamou a atenção.

- Pessoal olhe lá!

Todos se reviraram para poder olhar para o local da qual eu apontava, o lago refletia algo, parecia uma construção, parecia um rochedo alto e no topo um castelo, mas na verdade nada se tinha. Ficar olhando aquilo deixara todos espantados, como que aquilo poderia ter acontecido?

- Hyukjae, você não disse que de repente teve uma enchente?

- Sim, mas não pude ver para que...

O silencio reinou o local, provavelmente pensando no próximo passo a se dar. Mas para isso, não querendo não me gabar, eu precisaria dormir para poder sonhar com o local, onde provavelmente Donghae me levaria.

Junyoung tomou a iniciativa e andou até a saída improvisada da gruta, que levava até o lago. Perto tinha um gramado, que seria bom para se montar o acampamento, logo todos havíamos nos instalados, depois de Heechul e Leeteuk preparar uma sopa na fogueira. Junyoung junto com Yesung ficaram de guarda, caso alguém nos atacasse ou eu tivesse alguma recaída. Não demorei muito para cair no sono sugando todos os detalhes que minha mente me mostrava.

Era uma colina, não era duas, um pequeno rio passava por entre elas. No chão havia costela de um animal grande sem nenhum rastro de carne, que provavelmente fora comido pelos outros animais e parasitas. O céu, como da ultima vez, era alaranjado e as sombras deixavam todo o ambiente mais sombrio.

Eu estava encostado em um dos ossos da costela que estava no chão, segurando um galho de uma flor de Sakura, Donghae estava agachado na margem do rio, com ambas as mãos submersos na água, procurando por algo.

- O que procura? – perguntei.

Logo Donghae se virou para mim com uma esfera em suas mãos. Ela era transparente com alguns desenhos em sua circunferência, em preto ela brilhava de acordo com o som que já se punha. Reconheci a peça na hora, já estudara sobre ela no Santuário, mas não sabia o motivo.

- Joia do Pescoço do Dragão? – Donghae assentiu, sem demonstrar nada em seu olhar, que ainda se parecia sem alma. Olhar em seus olhos sem vida me deixava nervoso, queria uma reação dele, quero que ele me chame para salva-lo, quero ver que ainda está vivo. 

De repente um branco toma conta de meu consciente me vi flutuando em algo que não saberia como descrever. Conseguia ver o local onde estávamos acampando, pude ver Junyoung e Yesung sentados em pequenos pedaços de madeira velando... O meu corpo. Eu estava ali dormindo pude ver que minha expressão enquanto dormia era estranha, pude ver o suor escorrer em meu rosto, ver aquilo me deixava angustiado.

Voltei a minha atenção á Donghae, que estava ao meu lado segurando a esfera, olhando para o lago negro e calmo, que antes refletia o castelo. Donghae jogou a esfera na água, e assim que ouviu o objeto cair na água começou a recitar o poema.

- ‘’ Com minha resistência e meu respeito, eu devo estar apto a derrubar o dragão e obter a joia ao redor de seu pescoço. ’’

Senti a neblina ficar mais gelada do que já se encontrava, toda a atmosfera ficara sombria. Senti meu corpo ser levado para trás de algumas colinas, podendo ver outro lago. Sem quiser e perceber, meus braços jogaram o pequeno galho de Sakura, meus lábios se moveram de forma que por dentro, me senti medroso e indefeso, pois fazia aquilo sem quiser.

- ‘’Eu pensei que fosse real, mas quando olhei de perto, era apenas um galho enfeitado com palavras. ’’

Tudo ficou muito confuso, acordei sentindo meu coração acelerado, estava cansado e com medo, olhei para os dois homens que tentavam me acalmar de todos os modos, assim que relaxei Yesung me dera uma garrafa de água para que eu pudesse ter forças para contar o que havia dito. Não demorou muito para que todos estivessem acordados e curiosos para saber o que havia visto.

Contei tudo o que vira, como o local da joia do pescoço de dragão, como quando flutuava bem acima de suas cabeças, vendo seus movimentos. Tudo fora escutado pelos outros, que me olhavam surpresos me fazendo perguntas simples. Junyoung se pôs a pensar, depois que eu terminei de falar. Parecia estar imerso em seus pensamentos, provavelmente tentando achar alguma saída para aquela confusão.

- Não vamos sair daqui. – concluiu ele.

- Por que não? – Perguntou Yesung.

- Donghae, irá sair, e depois voltar, parece que ele está a procura de algo para fazer uma espécie ritual.

- Pra soltar a besta do espelho, assim o castelo que vimos no lago, será trazido para a realidade, fazendo com que nós tenhamos a chance de entrar e resgatar Donghae.

Concluímos a linha de pensamento, e se olharmos para isso com clareza, veríamos que tinha lógica. Se fosse sair daquele lugar teríamos que acampar no local onde encontrara a joia, assim teríamos o sonho novamente onde Donghae nos levaria á outro lugar, aonde provavelmente iríamos sendo que no final voltaríamos para a montanha. Nossa única saída era esperar, através dos sonhos seguir Donghae, não sabíamos o que ele está pra fazer, se for para soltar a besta não fazíamos ideia do que seria necessário para fazer tal ritual, e as rimas não faziam sentido com a besta. 

Descansamos o resto da madrugada, sendo que na manha seguinte treinamos, é teríamos que treinar caso uma luta fosse necessária, o que acho que não será o caso.


[::P.O.V. SUNGMIN::]

Logo após a saída de Hyukjae e dos outro, os que ficaram voltaram aos seus serviços, tirando eu e Kyuhyun, que ficamos para cuidar das crianças. Ficamos na casa do líder, já que recebemos ordem de ficarmos juntos, caso algo de ruim acontecesse.

Minwoo e Sunny estavam dormindo, eu e Kyuhyun estávamos conversando na cozinha. Devíamos ter conversado por uma hora e meia, do tamanho era nosso assunto. Era muito bom conversa com ele, afinal me perdoara pelo que fiz com seu melhor amigo á alguns anos atrás. 

Já estava no quinto mês de gestação, e ficava com dores no corpo com muita facilidade, Kyuhyun estava a me contar que tipos de massagens fazer para diminuir tal dor, se não fosse pelo pequeno Minwoo parar na porta da cozinha, coçando com as costas das mãos os olhinhos sonolentos.

- O que aconteceu filho? 

- Sunny não para de falar.

- Mas ela não está dormindo? – perguntei tendo como resposta a cabeça do mais novo afirmando.

Kyuhyun olhou para mim, tinha entendido o que ele queria. Kyuhyun pegou o filho no colo e foi para o sofá, enquanto eu me dirigia ao quarto onde a pequena Sunny dormia. Entrei com muito cuidado, vendo a mesma deitada na cama, com os olhinhos fechado e falando algumas palavras, que eu julgo ser latim. Deitei-me na beirada da cama, e passei a mão em seu rostinho de forma leve. Aos poucos ela foi despertando, assim que me viu deu um pequeno sorriso.

- Minnie, sonhei com o Hae Appa.

- O que ele disse?

- Que logo iria me pegar.

Senti meu coração parar, isso era muito esquisito. Como uma garota de quatro anos de idade pode falar aquelas palavras, e sonhar com seu pai, que atualmente está desaparecido?

Conversei mais um pouco com a pequena garota, logo a fazendo levantar para tomar banho, já era quase hora de todos chegarem de seus trabalhos.

Assim que saí de seu quarto, contei para Kyuhyun o ocorrido, que teve o mesmo pensamento que eu, aquilo estava errado. Tudo bem que crianças nessa idade não sabem de muitas coisas, principalmente os casos ruins que acontece dentro da família, mas aquilo já era demais. Hyukjae também teve sonhos, e isso o fez levar até aquele ser que ninguém nunca mais queria ver, e agora ele quer invadir os sonhos de uma garota inocente?

Esperamos todos chegarem e logo Henry adentrou o local acompanhado de um de seus mensageiros. Pedi a ele que trouxessem um para mandarmos uma mensagem para Hyukjae sobre o ocorrido dessa tarde, afinal era sua filha. Depois de contar todo o ocorrido novamente, Sunny se juntou a nós dando detalhes de seus sonhos.

- Ele me deu um abraço, disse que sentia a minha falta, depois o Eunhyuk Appa apareceu, mas ele estava diferente, seu cabelo loiro os olhos cinza, ele me deu um sorriso e disse que logo iria me buscar para vivermos juntos.

Henry escrevia tudo, e logo lacrou a carta dando ao mensageiro com todas as coodernadas onde provavelmente eles estariam sim ele pesquisara todas as regiões junto com Junyoung. Tenho que admitir o fato de Henry cuidar de um ‘’reinado’’ têm suas vantagens.

- O que iremos fazer agora? – Perguntou Siwon

- Conhecendo o Hyukjae, ele provavelmente voltará correndo para cá.

Resolvemos esperar os outros, que nos achamos irão vir aqui correndo, então ficamos conversando, jantamos e fizemos uma cessação de cinema com as crianças. De repente uma batida forte na porta soou, Minwoo abraçou os pais, enquanto Sunny veio ao meu encontro. Siwon fez gesto para que nos escondêssemos no sótão, então eu e Kyuhyun corremos com as crianças. Assim ficamos esperando algum barulho, mas o silêncio se fez presente. O sótão estava escuro, e apertado já que estávamos todos abraçados, som parecido com o de passos chegavam perto na pequena porta quadrada de madeira que era a entrada do lugar onde estávamos.

Um baque forte fez a portinha abrir, nos abraçamos mais forte e gritamos. Logo uma voz muito conhecida se fez presente.

- Sunny é o Appa.

- Appa! – a pequena gritou, soltou-se de meus braços e correu em direção de Hyukjae, que a abraçou na hora. Logo Henry e Siwon nos ajudaram a sair do sótão, e vimos que todos estavam na sala.

- Assim que recebemos a mensagem viemos correndo para cá. Poderiam contar os detalhes. – perguntou Leeteuk.

Começamos a contar tudo o ocorrido, os outros escutavam pacientemente, Hyukjae escutava segurando a filha possessivamente. Eles ficaram conversando sobre o assunto por um bom tempo, estava começando a ficar com a bunda dolorida de tanto ficar sentado, resolvi me levantar indo em direção á estantes de livros que havia naquela sala. Um livro de capa aveludada vermelha me chamou atenção, na capa dizia se de contos japonesas. Olhei o sumario e vi um conto que me chamou a atenção.

- Gente, escuta só. – assim que tive todos os olhares sobre mim comecei a ler o texto. 

- ‘’ Kaguya Hime

Há muito, muito tempo, existia um velhinho e uma velhinha, que viviam juntos numa casa no meio da floresta. Eles eram muito pobres e solitários, pois não tinham filhos para criar. O velhinho era conhecido pelo nome de Cortador de Bambus, pois, todos os dias, ele saía cedo para cortar bambus na floresta. Os dois faziam cestas e chapéus para vender e ganhar algum dinheiro.

Um belo dia, enquanto estava na floresta, o velhinho avistou um broto de bambu, que brilhava, com uma luz muito intensa. Ele ficou espantado, pois, em anos e anos de trabalho, nunca havia visto algo como aquilo. Muito curioso, ele cortou o bambu e mal pôde acreditar no que viu. "Uma menina, uma menina! Tão pequena e tão linda, só pode ser um presente de Deus!".

Ele levou a pequena menina na palma de uma de suas mãos para casa. Ao ver a menina, a velhinha também ficou muito contente e eles resolveram que o nome dela seria Kaguya Hime (Princesa Radiante).

A partir daquele dia, o velhinho passou a encontrar outros bambus brilhantes na floresta. Mas, ao invés de uma menina, eles continham moedas de ouro. Assim, a vida do casal melhorou e eles não precisavam mais produzir cestos para sobreviver. Eles creditaram o milagre à chegada de sua linda filha.

Kaguya Hime crescia muito rápido e a cada dia parecia mais bonita. Em apenas três meses, ela já tinha o tamanho de uma criança de oito anos. Ninguém poderia acreditar que uma pessoa tão bonita pertencesse a este mundo.

Logo os comentários sobre a beleza da Kaguya Hime se espalharam e vinham jovens de todos os cantos do país para conhecê-la. Todos queriam se casar com Kaguya, mas ela não queria se casar com ninguém. "Quero ficar ao lado de vocês dois", dizia a jovem para seus pais. Mas cinco jovens nobres, de posições importantes, foram mais persistentes. Eles acamparam em frente à casa de Kaguya Hime e pediam uma chance a ela.

Preocupado, o velhinho chamou Kaguya e disse: "Minha filha, eu gostaria muito de ter você sempre por perto, mas acho justo que se case. Escolha um dentre os cinco rapazes que estão acampados aqui". Assim, a linda jovem decidiu. "Eu me casarei com aquele que me trouxer o objeto mágico que pedirei"

Um colar feito com os olhos de um dragão, um vaso feito com pedras dos deuses que nunca se quebra, um manto de pele de animal forrado de ouro, um galho que faz crescer pedras preciosas, um leque que brilha como a luz do sol e uma concha que a andorinha põe junto com seus ovos. Estes foram os objetos que Kaguya Hime pediu.

O velhinho levou os pedidos de Kaguya aos pretendentes acampados. Ele sabia que seria muito difícil conseguirem obter tais objetos. Qual não foi sua surpresa quando, ao final de alguns meses, todos os pretendentes trouxeram os presentes para Kaguya. Mas, quando eles foram obrigados a entregá-los a jovem, todos admitiram que os presentes eram falsos, pois conseguir os verdadeiros era uma missão muito difícil. E assim, nenhum deles obteve êxito.

Quatro primaveras haviam se passado desde que Kaguya fora encontrada no broto de bambu. Mas ela ficava mais triste a cada dia. Noite após noite, Kaguya Hime olhava para a lua, suspirando. Preocupado, o velhinho um dia perguntou: "Por que está tão triste minha filha?". "Eu gostaria de ficar aqui para sempre, mas logo devo retornar", disse a jovem." "Retornar, mas para onde? O seu lugar é aqui conosco, nunca deixaremos você partir", disse o pai aflito." "Este não é o meu reino, eu sou uma princesa de Reino da Lua e, na próxima lua cheia, eles virão me buscar".

Muito assustados com a reveladora confissão de Kaguya Hime, os velhinhos decidiram pedir ajuda ao príncipe do reino onde viviam. O príncipe ajudou e enviou muitos guardas para vigiarem a casa do casal. Um verdadeiro exército foi formado.

No dia seguinte, a temida noite de lua cheia chegou. A casa estava tão vigiada que parecia impossível alguém conseguir levar Kaguya Hime. De repente, uma enorme luz surgiu no céu, como se milhares luas estivessem presentes ao mesmo tempo.

A luz era tão intensa que ninguém conseguiu enxergar a carruagem que descia guiada por um grande cavalo alado e muitas pessoas bem vestidas. Depois de algum tempo, quando a luz diminuiu, a carruagem já estava voando, em direção à lua. Kaguya Hime não estava mais presente, ela fora junto com a comitiva.

Os velhinhos ficaram muito tristes, inconformados. Voltaram ao quarto de Kaguya e encontraram um potinho, presente da filha querida. Ela havia deixado um pó mágico, que garantiria a vida eterna para os dois.

Mas, sem sua filha amada, os velhinhos não queriam viver para sempre. Eles recolheram todos os pertences de Kaguya e levaram para o monte mais alto do Japão. Lá, queimaram tudo, junto com o pó mágico deixado pela jovem. Uma fumacinha branca subiu ao céu naquele dia.
A montanha era o Monte Fuji. Dizem que até hoje é possível ver a fumacinha subindo e subindo.

Assim que terminei de contar o que havia naquele pequeno livro, todos se puseram a pensar. Fazia sentido aquela história se não fosse pela parte da Tenyo ser uma mulher e não uma besta que foi enviada para matar a sociedade.

- Então o próximo item seria....um manto? – Perguntou Kyuhyun quebrando o silêncio.

- Um manto de coro de animal coberto por ouro, onde teria isso? – Perguntei.

- Há.... Doojoon tinha dado um para Sunny no seu segundo aniversário, lembram? – Exlamou Junyoung.

- Por isso a besta apareceu nos sonhos dela, mas e as palavras que ela falava em latim?

- Appa, eu não falo em latim.

- Você se lembra de falar enquanto dorme.

- Ela está dormindo, não tem como ela saber se fala ou não. – reclamou Heechul.

- Já entendi. A besta invade os sonhos de Hyukjae para mostrar sua localização, para no final os dois se tornarem um novamente. Agora invade os sonhos de Sunny para que ela facilite o caminho, entregando o próximo item do ritual. – explicou o líder.

- Então ele provavelmente irá invadir os sonhos dela de novo, e quando vier saberemos através de Hyukjae... – completou Junyoung

- Sendo assim, Hyukjae não pode dormir, até que saibamos o significado das palavras que Sunny diz enquanto dorme. – Completou Minwoo.

Todos olharam para o pequeno, ele falara uma coisa de gente grande, Kyuhyun passou as mãos no cabelo do pequeno dizendo’’ bom garoto’’. Esse era o nosso plano, esperar as palavras de Sunny enquanto ela dorme, e não deixar Hyukjae dormir. Parecia maluco demais, mas nada podíamos fazer, tínhamos pouco tempo para pensar em tal coisa.

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